Portal da Inflação
Última atualização em

*Teto da Meta da Inflação para 2020: 4,00%. Fonte: Banco Central do Brasil
Painel da Inflação
Informação rápida sobre a inflação

O que é?
O painel da inflação mostra informações sobre diversas séries econômicas relacionadas ao nível dos preços no Brasil.
Os gráficos apresentados aqui permitem que você tenha uma ideia da variabilidade dessas séries ao longo do tempo. Ao posicionar o mouse sobre o gráfico, você tem acesso aos valores observados.
OBS: As séries utilizadas são referentes ao período de 72 meses perante a divulgação mais atual dos índices.
Como interpretar?


IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IBGE) - Var. %



Núcleos da Inflação (BC e FGV IBRE) - Var. %



Taxa de juros - Selic acumulada no mês anualizada base 252

Núcleo da Inflação
Inflação filtrada

O que é?
O núcleo de inflação é um medida que procura indicar a tendência dos preços, não considerando variações de preços resultantes de choques temporários. Existem várias metodologias para o cálculo do núcleo de inflação. As mais populares são: médias aparadas com suavização, dupla ponderação e por exclusão. O núcleo é uma medida de inflação desenhada para detectar mudanças de caráter fundamental nos preços, que podem ser causadas por pressões de demanda sobre a capacidade produtiva, por choques permanentes nos preços relativos ou por alterações nas expectativas de inflação.
Como se calcula?
O núcleo apresentado aqui é um filtro da inflação medida pelo IPC-Br (FGV). Primeiro é aplicado um filtro de médias aparadas para remover as variações extremas que ocorreram na cesta. Em seguida é feito um ajuste sazonal. E, por último, é feita uma suavização (variação acumulada dos últimos 3 meses). Este núcleo está sendo produzido pelo FGV-IBRE em caráter experimental.

Se você tem interesse em saber mais sobre o cálculo do núcleo que estamos propondo para análise da trajetória da inflação, acesse o menu Nossas Pesquisas.

Índices de Difusão
Qual é o comportamento da maioria dos itens da cesta?



Mas o que é um índice de difusão?
Índice de Difusão tem por objetivo informar a direção dos itens que compõem um indicador econômico, medindo a proporção daqueles que cresceram, decresceram ou se mantiveram estáveis. Esta é mais uma ferramenta que pode auxiliar na análise de indicadores econômicos para tomada de decisão.
Como se calcula?
A metodologia seguida nesse projeto é bastante simples: calcula-se para cada mês a proporção de itens da cesta da inflação (para o IPC-Br) que tiveram a variação percentual acumulada em 12 meses acima do teto da meta da inflação.
Como interpretar?
Se o índice de difusão, calculado em cima do IPC-Br variação percentual acumulada em 12 meses, em um dado mês estiver abaixo (acima) de 50%, significa que a maioria das componentes do índice tiveram variação abaixo (acima) do teto da meta estipulada pelo Comitê de Política Monetária.

Essa é a única maneira de se calcular um índice de difusão?
Não. Existem outras. As instituições The Conference Board e Bureau Labor of Statistics, por exemplo, utilizam a seguinte metodologia: a cada mês calcula-se a proporção dos itens que cresceram, decresceram e se mantiveram estáveis; em seguida é feita uma média ponderada de pesos 1 (crescimento), 0,5 (estabilidade) e 0 (decrescimento). O crescimento (decrescimento) é definido como variações superiores (inferiores) a 0,05% (-0,05%) e a estabilidade, como variações que estão no intervalo de -0,05% a 0,05%.
No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) calcula o índice de difusão para o índice de produção industrial como a proporção de itens cuja variação no mês acompanhou o sentido observado do índice cheio.

Veja a série histórica (últimos 3 anos) do índice de difusão para as categorias do IPC-Br (FGV IBRE)

Inflação no Mundo
Veja como evolui a inflação em alguns países

Inflação anual do consumidor (%)
Fonte: Banco Mundial


Instituições que calculam a inflação no mundo
Clique nos pontos marcados para ver a organização


IGP - Índice Geral de Preços

O que é o IGP?

O IGP foi concebido no final dos anos de 1940 para ser uma medida abrangente do movimento de preços. Entendia-se por abrangente um índice que englobasse não apenas diferentes atividades como também etapas distintas do processo produtivo. Construído dessa forma, o IGP poderia ser usado como deflator do índice de evolução dos negócios, daí resultando um indicador mensal do nível de atividade econômica. O IGP é a média aritmética ponderada de três outros índices de preços. São eles:

• Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) .

• Índice de Preços ao Consumidor (IPC) .

• Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) .

Os pesos de cada um dos índices componentes correspondem a parcelas da despesa interna bruta, calculadas com base nas Contas Nacionais – resultando na seguinte distribuição:

• 60% para o (IPA) .

• 30% para o (IPC) .

• 10% para o (INCC) .

Período de Coleta: O IGP possui três versões com coleta de preços encadeada, o que confere ao indicador acompanhamento decendial da inflação ao produtor, consumidor e construção civil. Os períodos de coleta para as versões do IGP são: IGP-10 (11 a 10), IGP-M (21 a 20) e IGP-DI (1 a 30).

OBS: Como acessar o histórico de resultados dos índices institucionais? Clique aqui. Na página principal do site, clique em acesse Produtos Licenciados – Bancos de Dados Econômicos e Índices Institucionais (consultas gratuitas). Os resultados gerais podem ser obtidos gratuitamente no portal do IBRE. Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados. Conheça nossos planos de assinatura e os serviços gratuitos.

OBS²: Em janeiro de 2020, a estrutura de ponderação do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getulio Vargas (IPC/FGV) foi atualizada tendo como referência a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada entre 2017/2018. Clique aqui para saber mais.


IGP-10

Variação % acumulada em 12 meses



Variação % mensal

IGP-M

Variação % acumulada em 12 meses



Variação % mensal

IGP-DI

Variação % acumulada em 12 meses



Variação % mensal


IPC-S Brasil
Índice de Preços ao Consumidor - Semanal

IPC-S em Resumo
Integra o sistema de índices de preços ao consumidor da FGV, que inclui: IPC-DI, IPC-M, IPC-10, IPC-3i e IPC-C1. Apesar de a coleta ser semanal, a apuração das taxas de variação leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento. O intervalo entre o fim da coleta e sua divulgação é de um dia, sendo um dos mais curtos, inclusive para padrões internacionais.

Séries Históricas
Os resultados gerais podem ser obtidos gratuitamente no portal do IBRE. Já a consulta detalhada à maior parte das séries históricas ocorre mediante contrato e está restrita aos assinantes do IBRE/FGV Dados. Conheça nossos planos de assinatura e os serviços gratuitos.
Saiba mais em: Indice de Preços ao Consumidor Semanal

OBS: Em janeiro de 2020, a estrutura de ponderação do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getulio Vargas (IPC/FGV) foi atualizada tendo como referência a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada entre 2017/2018. Clique aqui para saber mais.



Evolução quadrissemanal dos grupos do IPC-S Brasil



Variação % acumulada em 12 meses

Variação % acumulada no ano


IPC-S Brasil - Índices Especias

O que são os Índices especias?

Os Índices especias do IPC-S são agregações dos subitens do IPC por meio de duas classificações feitas com base na estrutura do BACEN:

• Classes de Consumo (Bens duráveis, Bens não duráveis, Bens semiduráveis, Serviços e Monitorados).

• Nível de Comercialização (Comercializáveis, Não comercializáveis e Monitorados).

OBS: Em janeiro de 2020, devido mudanças na composição do IPCA, pela nova estrutura baseada na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada entre 2017/2018, as classificações pelo BACEN tiveram ajustes. Clique aqui para saber mais.



Nível de Comercialização

(Comercializáveis, Não Comercializáveis e Monitorados)

Variação % acumulada em 12 meses



Variação % mensal


Variação % acumulada no ano

Classes de Consumo

(Bens Não Duráveis, Bens Semiduráveis, Bens Duráveis, Serviços e Monitorados)

Variação % acumulada em 12 meses



Variação % mensal


Variação % acumulada no ano
Sua Inflação
Calcule a sua própria inflação

Instruções:
Preencha os campos abaixo com informações sobre o seu rendimento e suas despesas para obter uma aproximação da sua inflação individual.
Se deseja obter uma estimativa da inflação da sua família, preencha os campos considerando o rendimento e os gastos de todos os moradores do seu domicílio.

Você sabia?
Todas as famílias têm os seus hábitos de consumo próprios: umas possuem automóvel e comem carne, outras utilizam apenas os transportes públicos e são vegetarianas. A ponderação dos vários produtos e serviços na medida da inflação é determinada em função da média da despesa de consumo do conjunto das famílias.
Por isso, para você saber a sua inflação de verdade, você deveria considerar no cálculo apenas os itens que você consome e não a média da população brasileira.
Aqui estão concentradas algumas opções para você ter uma ideia da sua própria inflação.

Rendimento mensal:

Despesas com alimentação
Supermercados:
Bares e restaurantes:
Despesas com educação
Escola/Faculdade:
Cursos:
Material escolar:
Livros não didáticos:
Despesas com saúde
Plano de saúde:
Médicos/Dentistas:
Exames em geral:
Medicamentos em geral:
Despesas com lazer
Cinema:
Show:
Teatro:
Eventos esportivos:

Despesas com o lar
Aluguel/Financiamento do domicílio:
Condomínio:
Luz:
Gás:
Água e esgoto:
Empregada doméstica:
Despesas com transportes públicos
Ônibus:
Metrô:
Trem:
Transporte por aplicativo:
Táxi:
Despesas com transportes próprios
Financiamento do automóvel:
IPVA (no ano):
Seguro facultativo:
Combustível:
Estacionamento:
Manutenção veicular:

Mês de referência

Unidade: variação percentual mensal
Sua inflação:
Total de despesas:
Inflação no Brasil (IPC-Br):

Percentual de gastos do seu orçamento:
Exportar informação
Expectativa de Inflação dos Consumidores
Veja a seguir a trajetória da expectativa do consumidor para a inflação no Brasil



Sondagem de Expectativas do Consumidor

A Sondagem de Expectativas do Consumidor da FGV IBRE é uma pesquisa mensal que procura captar o sentimento do consumidor em relação ao estado geral da economia e de suas finanças pessoais.

Quando o consumidor está satisfeito, e otimista em relação ao futuro, tende a gastar mais; quando está insatisfeito, pessimista, gasta menos. A confiança do consumidor, portanto, atua como fator redutor ou indutor do crescimento econômico.

Descomplicando a inflação

Diversos materiais para você entender a inflação de uma forma mais simples.
Para criar essa seção, utilizamos grande parte dos materiais encontrados em European Central Bank. Algumas adaptações foram feitas para o contexto brasileiro.

Aumento geral dos preços

Numa economia de mercado, os preços dos bens e serviços podem sempre mudar. Alguns preços sobem, outros descem. Fala-se de inflação quando se verifica um aumento geral dos preços dos bens e serviços e não quando apenas os preços de artigos específicos sobem. O resultado é que se compra menos com um real. Em outras palavras, um real vale menos do que anteriormente.

Algumas variações de preços são mais importantes do que outras

No cálculo do aumento médio dos preços, os preços dos produtos em que se gasta mais – tais como a eletricidade – têm mais peso (isto é, uma ponderação maior) do que os dos produtos em que se gasta menos – por exemplo, açúcar ou selos de correio.

Pessoas diferentes compram coisas diferentes

Todas as famílias têm os seus hábitos de consumo próprios: umas possuem automóvel e comem carne, outras utilizam apenas os transportes públicos e são vegetarianas. A ponderação dos vários produtos e serviços na medida da inflação é determinada em função da média da despesa de consumo do conjunto das famílias.

Na medição da inflação, têm-se em conta todos os bens e serviços consumidos pelas famílias, incluindo:
  • artigos de consumo diário (como produtos alimentares, jornais e gasolina)
  • bens duradouros (como vestuário, computadores pessoais e máquinas de lavar roupa)
  • serviços (como cabeleireiro, seguros e arrendamento de habitação)

Comparação do preço da cesta de compras de ano para ano

Todos os bens e serviços consumidos pelas famílias ao longo do ano são representados por uma “cesta” de artigos. Cada um dos produtos incluídos nessa cesta tem um preço, que pode variar com o tempo. A taxa de inflação interanual é o preço da cesta completa num determinado mês comparado com o seu preço no mesmo mês um ano antes. Você pode ver na tabela a seguir um exemplo de cálculo da inflação interanual.


Índices de Preços ao Consumidor

No Brasil, a inflação ao consumidor é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, ou simplesmente IPCA. Esse é o índice oficial da inflação no país e é estimado mensalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mas esse não é o único índice de inflação do consumidor existente no Brasil. Há também o IPC estimado pela FGV/IBRE e o IPC-Fipe estimado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

O cálculo desses índices de preço podem diferir em vários aspectos. Por exemplo, o objetivo do índice pode ser medir a inflação nos consumidores em geral ou apenas nos consumidores de baixa renda; o índice pode se referir a apenas uma localidade mais específica do Brasil como acontece com o IPC-Fipe; o período de coleta dos preços pode compreender um mês completo ou a junção de parte de dois meses como acontece com o IPCA e o IPCA-15; entre outras coisas.

As perguntas feitas aos consumidores revelam muitas vezes que as pessoas “sentem” que a inflação é mais elevada do que os índices de preços efetivamente indicam. A que se deve essa perceção da inflação? Vários estudos acadêmicos concluíram o seguinte:

  • Os aumentos de preços atraem mais atenção do que os preços estáveis ou decrescentes, permanecendo igualmente mais tempo na memória. As pessoas têm tendência a notar menos os preços estáveis ou decrescentes, se bem que estes também contam para o cálculo da taxa de inflação média.

  • As pessoas notam mais o preço do que compram frequentemente. Nos últimos anos, os preços de alguns dos bens e serviços consumidos com mais frequência registaram um aumento superior à média. A gasolina, o pão e as passagens de ônibus são bons exemplos. Quando pensam na inflação, as pessoas prestam muitas vezes demasiada atenção às variações dos preços destes artigos, o que as pode levar a sobrestimar a taxa de inflação atual.

  • As aquisições esporádicas e os débitos diretos são menos notados. Uma quantia substancial do orçamento familiar é gasta em bens e serviços adquiridos com menor frequência, por exemplo, automóveis e férias. Além disso, certas despesas, como rendas de casa e contas de telefone, são muitas vezes pagas por transferência bancária automática (débitos diretos e ordens permanentes). Por conseguinte, as pessoas prestam normalmente menos atenção a estas despesas e às respectivas variações de preços quando pensam na inflação.

A inflação é a média de um conjunto alargado de variações de preços

  • IPC - Produzido pela FGV IBRE, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) mede a variação de preços de um conjunto fixo de bens e serviços componentes de despesas habituais de famílias com nível de renda situado entre 1 e 33 salários mínimos mensais. Sua pesquisa de preços se desenvolve diariamente, cobrindo as sete principais capitais do país.

  • As taxas de inflação são homólogas, mas a nossa memória é mais remota. A perceção da inflação das pessoas tende a fundar-se em preços de há vários anos. Com o tempo, os preços têm tendência a aumentar substancialmente, mesmo que a taxa de inflação homóloga seja baixa.

  • Variações de preços face a variações da qualidade – É frequente considerar-se o aumento do preço de um produto como inflação. Todavia, por vezes a qualidade do produto também varia. Exemplo: os preços dos automóveis poderão ter subido mas, muitas vezes, os novos modelos incluem, como características básicas, elementos anteriormente vendidos como extras (por exemplo, sistemas de navegação por satélite, ar condicionado e airbags). Nesses casos, o aumento de preço deve-se em parte a um aumento da qualidade e não apenas à inflação.
Nossas Pesquisas
Nossos estudos relacionados à inflação, preços e comportamento do consumidor

Núcleos de inflação: avaliação das atuais medidas e sugestão de novos indicadores para o Brasil
Braz, André Furtado. 2011. Repositório Digital FGV.
Estimação do núcleo da inflação via score driven models
MATTOS, DM. Dissertação de mestrado do Programa de Pós–graduação em Métodos de Apoio à decisão do Departamento de Engenharia de Elétrica do Centro Técnico Científico da PUC-Rio. 2018.
Triple-Filter Core Inflation: A Measure of the Inflation Trajectory
FERREIRA, PGC; MATTOS, DM and ARDEO, VL. Rev. Bras. Econ. [online]. 2017, vol.71, n.4, pp.397-411.
Pesquisadores

Equipe SAINF


André Furtado Braz
Mestre em Economia pela UFF e Mestre em Finanças e Economia Empresarial pela EPGE/FGV - Coordenador do núcleo de preços ao consumidor da Fundação Getúlio Vargas.
lattes

Pedro Maurício Ximenez da Silva
Graduando em Estatística pela UFF.

Julio Cesar Vieira
Mestre em Modelagem Matemática da Informação pela EMAp/FGV e Graduado em Estatística pela UFF.

Equipe ILLIADA


Pedro Guilherme Costa Ferreira
Doutor em Engenharia Elétrica - Métodos de Apoio à Decisão (PUC-Rio) e Mestre em Economia (UFJF-MG).
lattes

Daiane Marcolino de Mattos
Mestre em Engenharia Elétrica - Métodos de Apoio à Decisão (PUC-Rio) e Graduada em Estatística (ENCE IBGE).
lattes

Raira Marotta
Mestre em Estatística (UFRJ) e Graduada em Estatística (ENCE IBGE).

Jonatha Azevedo da Costa
Graduado em Estatística (UFF).

Talitha Speranza
Mestre em Engenharia Elétrica - Métodos de Apoio à Decisão (PUC-Rio) e Graduada Engenharia da Computação (PUC-Rio).


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As manifestações expressas por integrantes dos quadros da Fundação Getulio Vargas, nas quais constem a sua identificação como tais, em artigos e entrevistas publicados nos meios de comunicação em geral, representam exclusivamente as opiniões dos seus autores e não, necessariamente, a posição institucional da FGV. Portaria FGV Nº19